Conversão

Toda a divulgação pessoal de riqueza material é pobre à visão de um todo.

Individualismo ou atitude limitada na perceção de outras passagens da história a articulação essencial de outros empreendimentos..

Como ainda anda agora as certezas embriagadas de conhecimento..

 

Árvore muito alta como em baixo,

a visão inexistente de transeuntes em cheiros cimentados.

Alada de compreensão contundente,

o ser senciente de sementes criadoras.

 

Portugal

Mais um artigo de sincronização real com o divino de uma forma direta sem nunca acima de qualquer coisa que somente pertence ao eterno. De realização espiritual deste solo sagrado do espírito santo e de sangue real entre tantos.

Para começar, deixo uma relação com uma informação através de um meio (interior e do todo) na realização de Portugal a despertar para o Novo Ciclo e como exemplo neste planeta Terra. Daqui sintonizo contigo para uma realização concreta, seja nesta ou outras vidas. Este critério de avaliação poderá ter (ser) uma consciência maior quando assim tiver de ser mesmo, não dependendo apenas de um nós humano por ainda estar de acordo com as memes do velho ciclo. (V)

Toda a informação aqui disponibilizada, é verdadeira, sendo simplesmente um meio de ligação com o espírito. Também de acordo com um aviso sério relativamente aos hábitos presentes e devastadores na Natureza Sagrada. 

Hoje é dia 18 de Julho de 2020, dia de Néftis, Deusa da religião egípcia antiga “Senhora da Casa” ou ” Senhora do recinto, do templo”, associado ao papel de sacerdotisa. Irmã de Isis, simboliza a morte, ao contrário da última, simbolizando o nascimento. Néftis é mãe de Anúbis em alguns mitos, é uma deusa que representava a assistência divina e a tutela protetora (Wikipedia).

Também hoje, no Tzolkin, é o Kin 111, o Kin relacionado com a minha data de nascimento a 19 de Maio de 1976. Precisamente a 7 (número sagrado) dias do dia (fora do tempo) da cultura Maya, a 25 de Julho.

Depois de uma maior abstração da passagem para o novo ciclo, no qual tenho vindo a salientar diretamente e indiretamente desde 2011 (Ser Real) revelado. Existe outros avisos menos bons, enquanto não acordamos para novas realidades ou novo poder, que pode ser um – Começo – como exemplo de pontes verdadeiras e transparentes, exclusiva e inclusivamente para o território nacional.

Desde de 2013 que vou mais a Coimbra, mas tudo começou há mais de 20 anos atrás, numa estadia de 4 meses no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova em Coimbra, relacionado com serviços de saúde.

De 2013 até agora, um rodopio de viagens entre muitas localidades, inclusive o Porto, mas habitualmente mais entre Lisboa e Coimbra. Mas foi neste ano, em 2020, que numa relação de uma procura interior de proximidade com a Rainha Santa Isabel e o culto do Espírito Santo, levou-me a Coimbra no final de Junho. Ainda não tinha visitado os jardins da Quinta das Lágrimas, local de passeio da Santa Isabel.

Tinha um livro comigo, que por um amigo em trabalho de biodiversidade entre Grândola e Melides, deu-me a conhecer ” Portugal. A Primeira Nação Templária ” de Freddy Silva.

 

(Fotos em 2020/06/24)

Deitado no relvado com o Hachi, ainda tinha uma hora para sentir um local de uma grande história… Peguei no livro, e a duas páginas, entrei no capítulo 15 que diz ” Sete anos antes. Claraval. Um momento especial a 24 de Junho…”. Descreve, que Bernardo de Claraval em um momento de meditação no dia da festa de João Batista, que outro mosteiro devia ser fundado na parte mais ocidental da Península Ibérica. Pelo o autor do livro, Freddy Silva, e de acordo com as crónicas monásticas cistercienses, Bernardo reuniu oito monges e instrui « O propósito da nossa viagem será fundar um mosteiro, a ser habitado pelas leis do Céu para que os habitantes da Terra possam ser elevados, e aqueles que habitarão nas suas paredes encontrarão os remédios certos para as suas almas e, fazendo-o, ser-lhes-á mostrado o caminho para a glória».

Sempre me tinha questionado porque ainda não tinha visitado um ex-libris de Coimbra, mas calhou a caminho do Mosteiro da Rainha Santa Isabel, e, só entrava, sem exceção, se o hachi pudesse entrar também. Ainda não acabei o livro, mas entre outros parágrafos, ilustra bem, um desígnio maior neste Portugal nas mais nobres ligações de seres em comunhão com o alto na terra.

Não quero repetir o que já disse em outros textos, mas seria ideal com os recursos necessários, surgir ou nascer, um conjunto de pessoas pertencentes sempre à sua localidade, claro, criando assim naturalmente na proximidade de todos para todos. Uma casa simples de evoluções interiores no equilíbrio como meio, para pessoas entre qualquer caminho capacitado a uma maior igualdade do interior para o exterior na qualidade quer igualmente espiritual ou monetária.

As pontes verdadeiras e tão necessárias são o ímpeto da nova liberdade para o século XXI.

Obrigado(a).

Convento
Convento de Cristo, Tomar. Em 2013/11/03

( Fotos: Entre 8 e 10 de Julho de 2020 )

 

Nuno Degroote (npaixo@yahoo.com)

Novo Ciclo

 

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( Claustro dos Corvos, Convento de Cristo, Tomar, 18 de Maio 2020 ) 

Os museus voltaram a abrir depois das medidas de contenção do novo vírus, era o último dia antes de fazer anos, e resolvi rumar a Tomar, ao Convento de Cristo.

Os parquímetros estavam fora de serviço e a entrada grátis, tinha duas horas mais ou menos num lugar sagrado de antigos Cavaleiros para o Equilíbrio.

Já no final da visita e a pensar em sair, cruzei com uma senhora das limpezas. Ela afirmou, se já tinha visitado uma cisterna aberta nesse dia, explicando detalhadamente o caminho, entre poucas pessoas naquele dia que circundavam, segui nesse sentido, desci umas escadas ao lado da cozinha, e sozinho, sussurrava gotas de água. Um eco profundo entre colunas com estalactites de cores diversas.

Um tempo de fogo e de tão bela preciosa chuva nas sementes do criador transformadas em nobres vitalidades.

Houve algumas passagens que deixei neste blog e que demonstram um sentido entre outras tantas que podiam ter dado em livros. Como encontrares uma caixa pequena na rua, levares para casa. Sem querer, deixas num canto esquecida, passado um ano, alguém bate à porta, e a pessoa apresenta-se com um nome que nunca tinhas ouvido falar. Quando acabas a conversa, segues para o teu quarto, e no meio de uma papelada encontras aquela caixinha que deixaste por ali há um ano e lá dentro, um papelinho dobrado é aberto, e o nome estranho da pessoa vem escrito no mesmo. A conversa poderia não ter tido qualquer sentido em certo contexto, de determinado preciso momento, até à hora de um direto na televisão com algo relevante naquele dia.

 

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( Chichén Itzá, 2011 )

A morar em Boston, USA, dei um salto ao México em Fevereiro do mesmo ano. Nessa travessia já não havia pessoas junto à pirâmide e foi uma sorte ainda poder usufruir um pouco daquele lugar de múltiplas realidades.

O invisível passara ao visível em 2011, em torno do novo ciclo no início do verão em Portugal. Em estrita relação com uma nova energia que se procedia em volta de 2012. Uma ligação multidimensional de uma realidade paralela. Dei o nome de Ser Real pela causa da evolução humana.

Um processo espiritual naquilo que posso chamar de alquimia natural, um conjunto de objetos como tivessem mesmo que estar ali, inclusive o que nunca tinha visto, em Oeiras. Um sentido vindo de Oeste; uma conjugação espacial a Sul; uma articulação vinda de Este ou Oriente; uma ligação que junta as outras ao nível simbólico de acordo com um local sagrado a desvelar.

Tive um encontro pela primeira vez em 2020 com a pessoa José Argüelles, em vídeos senti o que posso acrescentar como um processo de sincronização que confirma a relação com o novo ciclo desde 2011.

Uma nova linha do tempo de 28 dias de acordo com a lua durante um novo ano. A afirmação – o tempo não é dinheiro, o tempo é arte. O acordo com um tempo sem tempo de transformação, um caminho de verdadeira liberdade.

O Moinho Oeiras Ligação está na defesa da Serra de Carnaxide em Oeiras desde 2015, um exemplo que o tempo é pura liberdade com arte, e não é papel ou dinheiro. Liberta na ligação da Natureza, a defesa da harmonia, da água articulada que integra a essência da Terra.

A importância da passagem da Biosfera para a Noosfera de Teilhard de Chardin, foi muito falado por José Argüelles na conexão com o centro do Universo, como também, uma estrita relação com a frequência 13:20.

Em 2013 numa estátua de um padre em Lisboa (representando a caridade e as crianças), estava em introspeção na sua base entre o passado, o futuro e o desconhecido. Foi então que entre pedras uma face surgiu, igual a uma representada na escultura da arte Maya. Uma intuição levou-me primeiro a Quetzalcoatl.

A conversão da ancestral perceção para agora, está nas boas ações e nos bons pensamentos, que explicitamente, variam na intensidade de ligações não terrenas.

Havia pessoas que muito cedo iam para o trabalho, acumulados nos transportes públicos durante o estado de emergência. Os primeiros entre enfermeiros na higienização de locais apropriados.

Por exemplo, numa nova política para o novo ciclo, deviam ser premiados, todos aqueles que contribuíssem para um serviço real a um outro, sem qualquer tipo de fundamento, a notoriedade social e desigualdade monetária.

De 2011 até agora, são 9 anos, e este número quer dizer o “novo” além de muito simbólico entre tantos.

A bem, surge numa nova consciência a maior causa do ser completo pelas velhas realidades. Enquanto a mal, os seus efeitos são causas repetidas e preponderantes nas manifestações sem um sentido.

Como trespassou o status quo em teres imediatos no curto prazo, longe de uma causa verdadeira, que podia ser construtiva e contínua em todos.

A potência do espírito é local e de coisas únicas. Inclusivas de um tempo que poderá estar na descentralização de homens e mulheres no seu espaço ou nas sabedorias a saber, a entender e a realizar como um todo.

O tutor da solidariedade são pontes transparentes entre todos os poderes, a um desenvolvimento mais específico e claro.

Os Guerreiros da Chuva, profetizado pelos Hopis, serão verdadeiros guerreiros de todas as cores e de novos estabelecimentos por grandes calamidades no futuro, como no passado, apareceram verdadeiros Templários ou Cavaleiros Pobres de Cristo entre desgraças.

A religação fraterna em pequenas maiores realidades, renascem por um todo articulado simples, contribuindo do seu interior, a mais pura informação decifrada co-criada com a Natureza.

A possibilidade elevada entre tantos, como foram também monges e padres, se serão monjas ou padras na magia dos elementos novo século realizado.

Bem haja 💚

 

2020

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Uns já despertaram enquanto outros estão a despertar na questão do velho ciclo ou desequilíbrio no sistema monetário e estagnação de evolução. É necessário elucidar, compreender que estamos de facto no novo ciclo e na manifestação criativa do ser na interpretação interior ou abstração do alto por sinais face a uma epidemia mundial terrena. Certos vivos conscientes continuam a ser desprezados por aqueles que vivem no ego ou exagero, sem saberem que existe além desse corpo um grande espírito.

Face ao primeiro encontro da Astrologia Global organizada este ano em Lisboa, a visão e conexão astrológica declara um abalo forte para 2020 face a tudo aquilo que em processos de ligação e que muitos têm vindo a salientar que a transição Maya de 2012 foi apanágio da entrada do novo ciclo, sendo que este tremor de terra viral é formar uma maior consciência desse sistema velho que se encontra pendente de transformação à apresentação direta ou indireta de soluções avançadas e viáveis.

Não me quero alongar muito, por agora começa a aparecer entre comentários na televisão, mas por outras palavras, a necessidade do surgimento de um novo poder sem o ter nas pontes verdadeiras a outros existentes, seja ele qual for. Quase como uma nova inteligência divina imbuída em todos os seres, que por eles ou por elas, são o respeito na evolução do discernimento de relação com o todo e na interação necessária de salvaguarda de direitos e deveres conclusivos na cultura transpessoal nacional. O tão proclamado feito espírito no material ( V ) e no qual, esta atribulação vem de facto para despertar o que já poderia ter sido feito na verdadeira identidade que é também mundial como Terra sagrada – a ser real – aos que vivem e se comportam de acordo com o velho ciclo.

No que posso dizer mais além daquilo que cada um tem de tomar em si na sua consciência um plano maior baseado na transparência e equilíbrio? O processo do Moinho Oeiras Ligação fala disso mesmo, de uma ligação do espírito com a natureza como UM ser. Os humanos aos poucos, como alguns em outros tempos, começam a acreditar fora de certas correntes da religião e na existência de algo avançado numa fisionomia não física. Mas atenção, que a evolução poderá ter a sua razão nas coisas simples, cabe a nós num todo chegar a esse patamar e saber discernir o que já está escrito, seja pelos grandes sábios ou verdadeiros mestres – a possibilidade – seja o caminho correto no uso bem adaptado da tecnologia.

A questão da morte também é justificada naquilo que é eterno neste presente, neste momento, encontrando a verdadeira ligação ou meditação de acordo à interação natural com o seu interior e aos poucos na ligação com o Universo. Esse rio ou fio invisível sai de um contexto egoísta, envolvendo naturalmente sem o ter alguma vez desviado, percorrendo por cima das coisas supérfluas ou prejudiciais levemente para lá desta vida.

Ligando além nas questões do agora, a quem do ser IN TODO volta à Terra rica, por exemplo, quando existe uma suspensão na bolsa quando à perdas enormes, porque não há uma suspensão na mesma quando à ganhos enormes?

Entre outras na partilha e desenvolvimento evolutivo, são muitas mais, na verdadeira capacitação para o novo ciclo.

 

Archie

O 7 quer dizer equilíbrio e Archie, corajoso, genuíno e ousado (BBC); um número simbólico e o sétimo na linha de sucessão ao trono britânico. Partilho, principalmente com os despertos, uma relação pessoal com 3 pormenores que surgiram naturalmente nesta quadra natalícia. Primeiro, o casamento dos pais, duques de Sussex (pai inglês e mãe americana) a 19 de Maio de 2018, onde depois verifiquei além da minha data de nascimento, o “moinho Oeiras ligação”, descoberto no dia 6 de Maio de 2015 como o nascimento de Archie, em 2019. Entre a arte e a história associada, surgiu naturalmente com a relação à Casa Branca e ao Santuário de Nossa Senhora da Rocha na proteção da Serra de Carnaxide e caraterizada como terra sagrada e de sua envolvência, como também, um lado paralelo e espiritual bem visível na sua proteção com clamor divino. Por último, escolhi sem saber o conteúdo do filme “Tomorrowland” que fala de uma futura organização de homens sábios e diz respeito ao que venho a salientar neste blog e ao que está de acordo com a missão espiritual de Portugal e para o Mundo, onde esse mesmo filme foi lançado no dia 28 de Maio em Portugal, dia da aparição da Nossa Senhora da Rocha encontrada por 7 crianças, no qual também, foram crianças que me levaram a entrar na Casa Branca e depois mais tarde vim a saber da sua história associada à casa de férias de Tomás Ribeiro, este bastante crucial na defesa e esperança para locais no retorno da estátua de nossa senhora após 61 anos na Sé de Lisboa.

 

Antes de passar à descrição daquilo que sinto e mais especificamente na realização natural de um desígnio temporal do V Império em Portugal e verdadeiro exemplo para o Mundo, passará, por uma ligação espiritual de todos em todos que estão despertos e se ligam e sentem de perto verdadeiramente o seu lado espiritual num maior desígnio que poderá ser criado aqui na Terra. Já escrito como um caminho, que passa pelo estabelecimento de um novo poder sem o ser, que cheira a justiça, mas mais importante, um papel sem nada a determinar ou a julgar, apenas encaminhando e regularizando simplesmente toda a informação, fazendo as pontes transparentes entre qualquer poder existente e/ou relação aprimorada entre a esfera pública e a privada na busca de si para o todo e em relação a outros que por aqueles, sejam eles ou elas, são um conjunto de humanos realmente evoluídos, conscientes e sem patamares entre si, que poderão contribuir seriamente a partir de um local mas distribuído a nível nacional com as suas gentes, a liberdade na transparência e das verdades e aprimoramentos de salvaguarda e afins, essencialmente o equilíbrio de todos os seres e Natureza.

 

Para terminar,

quando o meu cão atual apareceu, já vinha com o nome de Hachi, e fazia-me lembrar Anúbis com as sua orelhas pontiagudas para o céu. Ele veio do mesmo sitio onde deixei o outro cão que tinha morrido um ano antes. O Hachi foi resgatado de um canil com um ano, mais dourado que o anterior e com uma parecença incrível, na altura pensava, que quando aparecesse um cão igual ao que tinha ia buscá-lo rapidamente o que antes não queria depois de sofrer tanto…foi então que entre pensamentos, vi na internet um cão igual, entre o dourado, uma pinta no meio da testa e o nome que tinha sido dado por um casal que não pôde ficar com ele. O significado de japonês para português, quer dizer 8, é diferente do oito deitado a Ocidente que é o símbolo do infinito, a Oriente, Hachi ou 8, diz: que tudo que vai da terra ao céu, volta à terra, em forma de ouro ou luz. É um facto, que existe algo nele superior, como fosse um processo evolutivo entre planos. O que vamos encontrando hoje, quando melhor interpretamos os animais bem como os humanos.

Junto ao pormenor o que sem querer salientar nada pela criação dessa grande instituição sem seleção integrada, apenas una a parte daqueles de grande evolução sincera e articulada.

Evoluídos

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Em qualquer lugar ou espaço de religação fechada ou não, existe um conjunto de pessoas que derivado à experiência de vida não só académica ou profissional, introduzem não só em si, os altos do baixo em luz o alcance do novo altar visível como partes essenciais para o novo ciclo.

O NC está pendente de uma atmosfera humana apenas ligada aos seus bens materiais, sejam eles simbólicos ou ego centrados nas coisas que nos fazem diferentes. Aos poucos, o despertar naturalmente revela-se sem que ninguém procure algo no mesmo, são um conjunto de acontecimentos que vão despoletando o reflexo de algo com mais discernimento como na semente que começa a brotar e assim alinhar o processo complexo do todo, integrando o bem e o saber estar neste planeta.

Em Portugal, a existência de um grande espírito é presente, como do passado, muitos contribuíram para este momento. A necessidade do real é cada vez mais ressonante nos acontecimentos, como também, na necessidade de liberdade, o sinal da tríade andrógina dos seres evoluídos (o masculino, o feminino e o espírito).

Já faz um tempo, puxando esse real, escrevi o texto – O começo. Um novo sistema onde a solução de realização real como exemplo para o Novo Mundo é possível. Do caos assistido para um completo, de facto mais sábios de luz mais libertos na realização do incerto. Existe três coisas necessárias a meu ver face ao nosso território e a culturas específicas:

A verdadeira descentralização, a distribuição de poderes ás pessoas locais e a um novo sistema de votos. Como referi em outros textos neste blog, para as três serem realmente exequíveis, seria necessário um avanço civilizacional próprio naquilo que cada um desenvolve dentro de si mesmo, tendo a noção desse avanço na pura realidade de verdadeiras pontes ou fontes de fraternidade para uma igualdade maior.

Quando falo num novo sistema de votos, falo também na nova (que não é bem nova) conjugação alinhada de cooperação entre partidos. Cada representante, antes de uma votação, devia enumerar um conjunto de ideias (como por exemplo, 7 ou 9) respeitante à sua localidade, orçamento possível e no que as pessoas realmente precisam e conhecem, e cada uma, votava nas que achavam prioritárias para a sua localidade. A posteriori, criava-se um grupo de trabalho para a execução das ideias com mais votos, sendo submetidas a referendo quando da sua falta ou atraso. Entre outras coisas, como relatórios semanais de avanços, o voto seria interessado no antes e no depois.

Existem muitas coisas que podiam resultar agora como resultaram no passado ou como muitas que se perderam com o tempo inadaptado ao mesmo tempo. Isso depende das relações ou acasos entre seres evoluídos, que além da política ou representação de algo, eram também na educação uma parte que ainda não tinha passado à história dos bens e dos costumes, sendo esses, sentidos intransponíveis de vicissitudes do momento, não podendo assim para todos e em todos, passar a novas realidades como neste presente que se esperam, de uma grande alma ou espírito derivados do bem e não só do mal, o uníssono.

Santos não são personas no espírito evoluído, santos são a sabedoria desconhecida no concreto.

Moinho Carnaxide

De tanto conhecimento e de sabedoria rejuvenescida, propriamente a que pode ter na desconstrução, um pouco arrastada, distanciando de si mesma o induto de proximidade como outro passageiro resolveu entre acabada ou inapropriada o ceptro da questão.

O melhor que qualquer coisa esteja associada, naturalmente em cada ser que haja por saber discernir algo insubstituível numa serra de árvores e em todas as cores os seus caminhos, como o são por elos de sangue desse alto os três círculos de água.

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Olá a todos que chegarem a esta mensagem.

Por conseguinte, vivemos numa época em muito que dá o nome de privado, deixando de lado, o que os grande pensadores ou pessoas de sentido ligados ao espírito, traziam do passado – nas soluções para o equilíbrio.

Na questão do dinheiro, os homens ou mulheres que chegassem a certo patamar »a da experiência« é que podiam ter acesso a grande somas de dinheiro »um mundo governado por ele« que acumulam grandes riquezas e ao mesmo tempo, descurando na contribuição do equilíbrio, essencialmente, na melhor preservação da grande mãe Natureza.

Mas de e para muitos humanos que não conseguem perceber um sentido maior do todo, que também é igualmente não humano, como na época de Jesus, algo ou alguém compreender, como realmente não estamos sozinhos na existente dimensão.

Entre os antigos, e, para um género de evolução, o mal seria necessário. Hoje, os carros também abrandam quando há um acidente, onde nada impedia o seu caminho por um passado atribulado ou parado em tantos carros, seguindo em câmera lenta.

Chegou o momento de saltarmos para outro patamar e começarmos a dar valor não apenas quando existe o mal, porque de protagonismo ao bem inteiro, tal e qual como no grande feedback natural por algo aterrorizador ou desnecessário.

Mas resumidamente, em todo o mal que assistimos, por exemplo, nos animais explorados ou nos humanos desprezados por aqueles que têm poder ou muito dinheiro; no não acordar, serão como esses animais em outra vida ou não, se o sentido lógico para o Apocalipse, assim determinar.

Quem na essência deixou de acreditar que não estava realmente sozinho e no que este corpo obriga a suportar por todas as calamidades, será ou não em espírito em outras realidades, restando nos sábios ou outro nome que lhes queiram acrescentar, o respeito por esses outros na verdadeira e real evolução que pode ser agora sem algo imprevisível necessário. Uma sociedade de repetições com os mesmos erros ou sendo novos meios interpretados na oportunidade de proximidade para gerações. Portugal definitivo ou Porto do Graal no Mundo como novo exemplo de tão sonhado Quinto Império.

Que assim seja feito, sem nada a determinar, salvo a consciência de cada ser, naquilo que sentes cá dentro como Humano.